QUANTO SE DÁ DE DÍZIMO?

        O dízimo deixa de ser dízimo e se torna esmola quando um católico, que tem condições, dá a Deus e a Igreja menos do que gasta num refrigerante ou com um lanche. É triste constatar que alguns católicos (ou muitos?) quando contribuem com migalhas só para tapear a consciência e dizer que são dizimistas.
       Ninguém é obrigado a dar de dízimo o que não tem ou não pode dar. O dízimo dos pobres, por menor que seja, deve ser acolhido com muito amor e profunda gratidão (leia Lc 21, 1-4)
       Cada um deve dar segundo as suas possibilidades. Quem tem mais dá mais, quem tem menos, dá menos.