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O dinheiro arrecadado com o dízimo é investido na própria comunidade.
Parte dele vai para a manutenção da igreja, do prédio, do salão e da
casa paroquial; outra parte vai para as despesas com o culto (a liturgia),
e outra ainda para a formação de agentes pastorais e a assistência e a
promoção dos mais pobres.
O dízimo não acaba no bolso do padre. Como já vimos o dízimo é aplicado
às necessidades da comunidade. Quanto ao padre, é justo que receba um
salário digno. E esse salário, é lógico, deve ser retirado do dízimo.
A respeito desse assunto, não deixe de ler o texto esclarecedor de 1Cor
9, 4-14 18.
Na liturgia, o dízimo é usado para a compra de materiais e utensílios
litúrgicos (hóstias, cálice, cibórios, velas, folhetos litúrgicos,
etc) e nas pastorais e utilizado tanto na aquisição de material (giz, bíblias,
livros, etc), com a formação dos próprios catequistas.
Os mais carentes são ajudados pelo dízimo de duas maneiras: pela assistência
(doação em dinheiro, compra de medicamentos, etc) e pela promoção
(realização de cursos de alimentação alternativa, medicação caseira,
educação política, etc). Quando um carente é ajudado e promovido, é
toda a comunidade dizimista que o ajuda e promove.
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