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No século IV, época do imperador romano Diocleciano,
considerado como o mais sanguinário perseguidor dos cristãos, era
proibido que as pessoas portassem ou guardassem escritos que pregassem o
cristianismo. Todos os livros deviam ser entregues às autoridades para
serem queimados. Irene, ainda jovem, junto com suas irmãs Ágape e Quilônia,
pertenciam à uma família pagã da Tessalonica, Grécia, mas se
converteram e possuíam vários livros da Sagrada Escritura, pois passaram
a pregar o cristianismo. |
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Entretanto, Irene que havia escondido grande parte dos
livros cristãos em sua casa, conseguiu fugir para as montanhas, mas foi
encontrada no dia do martírio das suas irmãs e antes levada a um prostíbulo
para ser violada e, depois, presa. Lá, porém, por uma graça, ninguém a
tocou. Irene foi então submetida ao interrogatório, manteve-se firme em
sua profissão de fé. Condenada pelo governador Dulcério foi entregue
aos carrascos que lhe tiraram a roupa, e a expuseram à vergonha pública
e depois também a queimaram viva. |
Santas Irene, Ágape e Quilônia... Rogai por nós!