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Cada vez mais firme na fé, voltou a prestar
caridade aos pobres e a pregação do Evangelho de Cristo. Suspeita
de ser cristã foi levada à presença do prefeito de Roma, que
tentou fazê-la renunciar a sua religião. Também o próprio
imperador Diocleciano tentou convencê-la, mas tudo inútil. Anastácia
voltou para a prisão.
Em seguida Diocleciano partiu para a Macedônia levando consigo os
prisioneiros cristãos, inclusive ela. Da Macedônia foram para
Esmirna, na Dalmácia, atual Turquia. Ali outros cristãos
denunciados foram presos. Dentre eles estavam a matrona Teodora e
seus três filhos, depois também Santos da Igreja. À eles Anastácia
dispensava especial atenção.
Os carcereiros informaram o imperador, que mandou prender Anastácia
durante um mês no pior dos regimes carcerários. No fim do período
ela estava mais bela do que antes, e ainda mais firme na sua fé.
Inconformado, o imperador a entregou para ser morta junto com os
outros presos cristãos. Anastácia morreu queimada viva, no dia 25
de dezembro de 304, em Esmirna.
Primeiro o corpo de Anastácia foi enterrado na diocese de Zara e
depois, em 460, levado para Constantinopla. O seu culto, um dos mais
antigos da Igreja, se espalhou por toda a cristandade do Oriente e
do Ocidente. Em quase todos os países existem igrejas dedicadas à
ela, e muitas guardam para devoção dos fiéis um fragmento de suas
relíquias. Sua celebração ocorre tanto no Oriente e como no
Ocidente, no dia de sua morte, sempre recordada na Missa do período
da tarde, em razão da Festa do Natal de Jesus Cristo.
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