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Era uma vítima constante de todo tipo de pressão das
lojas maçônicas que faziam oposição violenta contra o clero, além dos
muitos atentados que sofreu contra a sua vida. Incendiaram uma casa que o
hospedava, colocaram veneno em sua comida e bebida, assaltaram-no à mão
armada e o feriram várias vezes.
Mas Monsenhor Claret sempre escapou ileso e continuou seu trabalho, sem
nunca recuar. Restaurou o antigo seminário cubano, deu apoio aos negros e
índios, escravos Em 1855, junto com junto Madre Antonia Paris fundou
outra congregação religiosa, a das Irmãs de Ensino Maria Imaculada, ou
Claretianas. Fez visitas pastorais a todas as dioceses, levando nova força
e ânimo, para o chamado ao trabalho cada vez mais difícil e cada vez
mais necessário. Quando voltou à Madri em 1857, deixou a Igreja de Cuba
mais unida, mais forte e resistente.
Voltou à Espanha porque a rainha Isabel II o chamou para ser seu
confessor. Mesmo contrariado aceitou. Neste período sua obra escrita
cresceu muito, enriquecida com seus inúmeros sermões. Em 1968, solidário
à soberana, foi junto para o seu exílio na França. Onde permaneceu ao
lado da família real. Contudo não parou seu trabalho de apostolado e de
escritor por excelência. Encontrou, ainda, tempo e forças para fundar
uma academia para os artistas, que colocou sob a proteção de São
Miguel.
Morreu com sessenta e três anos no dia 24 de outubro de 1870, no mosteiro
de Fontfroide, França. Nos deixou uma importante e numerosa obra escrita.
Beatificado pelo Papa Pio XI, que o chamou de "Precursor da ação
Católica do mundo moderno" foi canonizado em 1950 por Pio XII. Santo
Antonio Maria Claret é festejando no dia de sua morte.
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