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Ele teve o privilégio de estar ao lado de Jesus
durante quase toda Sua missão na terra. Compartilhou do Seu
cotidiano, presenciou Seus milagres, ouviu Seus ensinamentos, viu
Cristo ressuscitado nas margens do lago de Tiberíades e,
finalmente, assistiu Sua ascensão ao céu. Depois de Pentecostes,
Bartolomeu foi pregar a Boa Nova. Encerradas estas narrativas dos
Evangelhos históricos entram as narrativas dos apócrifos, isto é:
das antigas tradições. A mais conhecida é da Armênia, que conta
que Bartolomeu foi evangelizar as regiões da Índia, Armênia
Menor, e Mesopotâmia.
Superou dificuldades incríveis, de idioma e cultura, e converteu
muitas pessoas e várias cidades à fé do Cristo, pregando segundo
o Evangelho de São Mateus. Foi na Armênia, depois de converter o
rei Polímio, a esposa e mais doze cidades, que ele teria sofrido o
martírio motivado pela inveja dos sacerdotes pagãos. Estes
insuflaram Astiages, irmão do rei e conseguiram uma ordem para
matar o apóstolo. Bartolomeu foi esfolado vivo e, como não morreu,
foi decapitado. Era o dia 24 de agosto de 51.
A Igreja comemora São Bartolomeu Apóstolo, no dia de sua morte.
Ele se tornou o modelo para quem se deixa conduzir pelo o outro ao
Senhor Jesus Cristo.
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