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Deus prolongou a vida do velho Simeão para que ele
pudesse segurar nos braços o Divino Redentor, e também para profetizar
as amarguras que a Mãe sofreria pelo Filho. O velho Simeão profetizou
que Maria teria uma espada aguda transpassando seu coração. Com a imensa devoção do povo cristão à piedade de Santa Virgem, a celebração litúrgica fixou simbolicamente as sete dores de Maria, que foram: a profecia do velho Simeão; a fuga para o Egito; o desaparecimento de Jesus no templo durante uma peregrinação à Terra Santa; o caminho de Jesus para o Gólgota; a Crucificação; a deposição da Cruz e o sepultamento. |
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Mas como o objeto do martírio de Maria é o martírio do Redentor, desde
o século XV se observam as primeiras celebrações litúrgicas para a
"compaixão" de Maria aos pés da Cruz, colocadas no tempo da
Paixão do Senhor ou depois das festas pascoais. Em 1667 a Ordem dos sete
Servitas, totalmente dedicada à devoção de Nossa Senhora das Dores,
obtiveram a aprovação canônica para a celebração litúrgica das sete
Dores da Virgem Maria. |
Nossa Senhora das Dores... Rogai por nós!