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Conduziu o rebanho de sua diocese com muito zelo
e caridade. Sempre cuidando dos pobres, era incansável, na busca de
esmolas para construir asilos, creches, hospitais, igrejas e
mosteiros. O Bispo Frediano morreu no dia 18 de março de 588.
A partir de então a fama de santidade de Frediano e, o célebre
episódio do rio Serchio, se expandiu e a sua devoção se fez ainda
mais intensa, após sua morte. Inclusive foi citada no livro
"Diálogos", escrito pelo Papa São Gregório Magno, seu
contemporâneo. Também as congregações que se estabeleceram na
sua basílica em Luca, difundiram muito seu culto.
Depois o impulso veio do fato que, em pleno período medieval, para
evitar saques por parte dos piratas e invasores, o corpo de Santo
Frediano, fora sepultado num lugar escondido, no cemitério da
igreja. E ele só foi localizado por acaso, muitos meses depois,
durante o sepultamento de uma jovem, que quase foi colocada onde era
o seu túmulo.
Mas tempos depois, sua obra floresceu da bem antiga e pequena
comunidade monástica, dos conhecidos "cônegos de São
Frediano", os quais o Bispo Anselmo de Baggio, quando se tornou
Papa Alexandre II indicou para dirigir o mosteiro de São João de
Luterano, em Roma.
A sua festa ocorre no dia 18 de novembro, data que recorda o
traslado das suas relíquias no século XI, para a atual basílica
de São Frediano, em Luca.
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