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Ingrid enviuvou pouco tempo depois. Assim,
decidiu fazer uma longa peregrinação para a Terra Santa,
acompanhada por sua irmã mais velha e algumas damas da corte. Ali
seu amor ao Senhor Jesus aumentou ainda mais, alimentando o seu
desejo de se consagrar à vida religiosa. Da Palestina viajou para
Roma onde visitou os túmulos dos apóstolos e dos primeiros mártires
e de lá foi para Santiago de Compostela, na Espanha, rezar junto às
relíquias do apóstolo Tiago.
Só então Ingrid retornou para a Suécia. Logo depois, em 1281,
seguindo seu confessor e orientador espiritual, padre dominicano
Pedro de Dacia e com a autorização do Bispo e do rei, ela fez seus
votos perpétuos e fundou um Mosteiro sob as regras de São
Domingos, em Skanninge. Nele, junto com um grande número de jovens
da corte, se dedicou totalmente às orações contemplativas e à
vida de rigorosa austeridade.
Morreu como Priora, com fama de santidade, no dia 02 de setembro de
1282, no seu convento em Skanninge, Suécia. Seu culto se espalhou
depressa entre as populações vizinhas e se difundiu entre os
devotos. Em 1507 o Papa Alexandre VI, confirmou o culto à Beata
Ingrid, e o dia de sua morte, para sua celebração.
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