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Mais tarde, Marcos acompanhou São Pedro a Roma, quando
o jovem começou então a preparar o Segundo Evangelho. Nessa piedosa
cidade, prestou serviço também a São Paulo, em sua primeira prisão.
Tanto que, quando foi preso pela segunda vez, Paulo escreveu a Timóteo e
pediu que este trouxesse seu colaborador, no caso, Marcos, a Roma, para
ajudá-lo no apostolado.
Ele escreveu o Evangelho a pedido dos fiéis romanos e segundo os
ensinamentos que possuía de São Pedro, em pessoa. O qual além de aprová-lo
ordenou sua leitura nas igrejas.
Seu relato começa pela missão de João Batista, cuja "voz clama no
deserto". Daí ser representado com um leão aos seus pés, porque o
leão, um dos animais símbolos da visão do profeta Ezequiel, faz
estremecer o deserto com seus rugidos.
Levando, seu Evangelho, ele partiu para sua missão apostólica. Diz a
tradição que São Marcos, depois da morte de São Pedro e São Paulo,
ainda viajou para pregar em Chipre, na Ásia Menor e no Egito,
especialmente na Alexandria, onde fundou uma das igrejas que mais
floresceram.
Ainda segundo a tradição ele foi martirizado no dia da Páscoa, enquanto
celebrava o Santo Sacrifício na missa. Mais tarde, as suas relíquias
foram trasladadas pelos mercadores italianos para Veneza, cidade que é
sua guardiã e que tomou São Marcos como padroeiro, desde o ano 828.
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