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O pai de Martinha era um homem público, eleito três
vezes cônsul de Roma. Ele pertencia a nobreza, era muito rico e cristão.
Quando a menina nasceu, no começo do século III, o acontecimento foi
amplamente divulgado na corte, entre o povo e pelos cristãos, pois a
pequena logo foi batizada. |
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Primeiro, Alexandre mandou que fosse açoitada. Mas a
pureza e a força com que rezou, ao se entregar à execução, comoveram
seus carrascos e muitos foram tocados pela fé. Tanto que, ninguém teve
coragem de flagelar a jovem. O imperador mandou então que ela fosse
jogada às feras, mas os leões não a atacaram. Condenada à fogueira, as
chamas não a queimaram. Martinha foi então decapitada. No exato instante
de sua a execução a tradição narra que um forte terremoto sacudiu toda
cidade de Roma. |
Santa Martinha... Rogai por nós!