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A vida de Plácido está ligada à do seu primo Mauro,
também chamado de Amaro, por várias circunstâncias. Primeiro, porque
ambos aos sete anos de idade foram entregues, pelos pais ao amigo Bento de
Nórcia, celebrado pela Igreja como o "pai dos monges
ocidentais", para serem oblados à Cristo. Depois, porque Amaro o
salvou da morte, na infância. Nesta ocasião, Bento, teve uma visão onde
Plácido se afogava dentro de um lago, por isto mandou o pequeno Amaro
correr para impedir o acidente. De fato, ele o salvou prodigiosamente,
andando sobre as águas e o retirando com vida. Porém, após se tornarem
sacerdotes, suas vidas se separam, e de maneira distinta cada um
testemunhou sua fé em Cristo. Vejamos a trajetória de Plácido. |
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Depois, se voltaram contra os quatro irmãos, que
seriam poupados se renegassem o seu Deus. Plácido falou por todos:
"jamais trairemos a fé em Cristo e por isto estamos prontos para
morrer". Foram arrastados até a praia vizinha e brutamente mortos,
tendo as cabeças decepadas. Os corpos foram recolhidos pelos monges
sobreviventes e sepultados na igreja semidestruída. |
São Plácido... Rogai por nós!