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Tarcísio foi um mártir da Igreja dos primeiros séculos,
vítima da perseguição do imperador Valeriano, em Roma, Itália. A
Igreja de Roma contava, então, com cinqüenta sacerdotes, sete diáconos
e mais ou menos cinqüenta mil fiéis, no centro da cidade imperial. Ele
era um dos integrantes desta comunidade cristã romana, quase toda
dizimada pela fúria sangrenta daquele imperador.
Tarcísio era acólito do Papa Xisto II, ou seja, era coroinha na igreja,
servindo ao altar nos serviços secundários, acompanhando o Santo Papa na
celebração eucarística.
Durante o período das perseguições, os cristãos eram presos,
processados e condenados a morrer pelo martírio. Nas prisões, eles
desejavam receber o conforto final da Eucaristia. Mas era impossível
entrar. Numa das tentativas dois diáconos, Felicíssimo e Agapito, foram
identificados como cristãos e brutalmente sacrificados. O Papa Xisto II
queria levar o Pão Sagrado a mais um grupo de mártires que esperavam a
execução, mas não sabia como.
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São Tarcísio
245-257
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